A importância do mapeamento de riscos em momentos de atenção para o Turismo



Pensando neste momento sério que está gerando muitas incertezas e impactos negativos na indústria do turismo, hoje focaremos em um assunto importante que chamamos de "Mapeamento de riscos no mercado de turismo". Usaremos o caso Coronavírus como exemplo.


Informações atuais sobre o caso Coronavírus

O mundo está passando por um momento sério que requer atenção, o risco de pandemia com o surgimento de diversos casos de Coronavírus 2019-nCoV, originários de uma importante cidade da China. Uma situação de grande sensibilidade e que, como outras, requer um olhar de cuidado para suas características e seus efeitos.

As últimas informações, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmou os casos da doença por todo o mundo. O número da confirmação do Coronavírus, distribuídos pelo mundo apresentam um total de 11.821 casos em mais de 20 países. No Brasil não há nenhuma confirmação da doença, mas 14 casos são suspeitos e estão sendo investigados.






A função do mapeamento de riscos é mostrar grandes problemas de operação ou atividade das organizações que requer muito cuidado e atenção. E é necessário separar as prioridades de tais problemas, e ver quais devem ser combatidos com mais urgência.

Quando surgem casos de impacto global, as empresas de turismo devem ficar atentas. Definir as características do problema e a forma como será tratado é essencial para se antever e evitar transtornos e prejuízos desnecessários, como cancelamentos de viagens e a perda de negócios.


1. Identificação de possíveis riscos

Este é o primeiro passo, no qual é necessário identificar os riscos e ter uma compreensão clara de cada responsabilidade, ou seja, de que forma o risco atinge cada organização de acordo com o que está previsto no seu escopo de prestação de serviços. Assim o grau de cada risco será menor ou maior de acordo com o envolvimento da atividade da organização com o risco.


2. Análises dos riscos

O risco é tradicionalmente definido como uma função de probabilidade e impacto. Após identificados, eles devem ser analisados com relação à probabilidade de um evento ocorrer e suas consequências, isto é, os impactos do risco.


3. Matriz Impacto X Probabilidade

Para ajudar nas análises, temos um conceito bastante utilizado: a Matriz Impacto e Probabilidade. Baseado no princípio de que um risco tem duas dimensões principais:

Probabilidade: um risco é um evento que “pode” ocorrer. A probabilidade de ocorrer pode variar de um pouco mais de 0% a um pouco menos de 100%. Observe que risco trata de incerteza, por isso não podemos identificá-lo como 100% de probabilidade de ocorrência, porque então seria uma certeza, não um risco. Assim como não pode ser exatamente 0%, ou não seria um risco.

Impacto: todo risco tem um impacto. O tamanho do impacto varia de acordo com a questão sendo avaliada. Por exemplo, se teve uma nova legislação na saúde e segurança pode ter um impacto alto, pois ela precisará fazer investimentos, enquanto que para outra, um pouco mais preparada, o impacto pode ser bem menor.



Observe que:

Os riscos identificados são colocados na Matriz de Impacto e Probabilidade. O quadro representado pelos riscos posicionados na matriz de probabilidade e impacto denomina-se Mapa de Riscos.




O mapeamento de risco é importante para qualquer empresa, não só do setor de turismo, pois prevenir/amenizar problemas ou tragédias evita que sua empresa perca o controle das situações e evita transtornos sociais, ambientais e prejuízos desnecessários para as pessoas e para a empresa.



Lembre-se:

Antes de qualquer previsão e planejamento para resolução de problema é importante ter informações claras e atualizadas de fontes confiáveis. O risco está sendo apresentado pelas mídias, inclusive nas redes sociais com suas vantagens na agilidade de ampla propagação de informações. Mas também com as suas desvantagens, como a frequente falta de credibilidade no que é veiculado. Portanto o primeiro passo é sempre buscar as informações mais seguras e confiáveis. Nesse sentido, voltando ao exemplo da situação atual do vírus vindo da China, os órgãos oficiais como a OMS, o Ministério da Saúde e Anvisa no Brasil são as fontes de informações mais adequadas.




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